Diálogo entre a presidente Dilma e o califa do Estado Islâmico

por Octavio da Cunha Botelho

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Abu Bakr al-Baghdadi, o recém auto-proclamado califa do Estado Islâmico.

Nos últimos dias, a presidente Dilma Rousseff tem declarado sua oposição ao uso da força contra o Estado Islâmico. Em seu recente discurso na ONU, ela reforçou esta sua posição. Bem, uma vez que, para o Islamismo radical quem não é muçulmano é um inimigo do Islã, bem como as próprias correntes islâmicas não se entendem entre si, já que cada uma considera a outra como uma inimiga do islã, portanto quase todos nós somos alvo da Jihad (luta contra os inimigos do Islã para o estabelecimento de um comunidade islâmica geral) pretendida pelo Estado Islâmico.

            Já que é difícil encontrar alguém que se disponha a dialogar com o radical e violento Estado Islâmico (ad-Dawlah I-Islamiyyah), seria interessante então a própria presidente Dilma se oferecer para esta tarefa e, ao mesmo tempo, seria divertido assistir a um diálogo entre a presidente Dilma e o recém auto-proclamado califa do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi. Então, veja abaixo como seria um diálogo entre ambos.

            Uma vez que o califa Abu Bakr al-Baghdadi não pode vir até Brasília, por conta dos perseguidores que desejam-no prender, a presidente Dilma então ingenuamente se oferece para encontrá-lo em seu esconderijo em algum lugar da Síria ou do Iraque. Chegando até as proximidades, seus olhos são então vendados, para que ela não conheça o caminho.  Ao chegar, sua venda é retirada e ela aguarda em uma sala a aparição do califa. Enfim, o califa aparece para recebê-la e, cordialmente, ambos trocam cumprimentos. Com a ajuda de um intérprete, o califa pergunta para a Dilma: “Quem é você e o que deseja de mim”, o que Dilma responde: “Sou Dilma Rousseff, presidente do Brasil, vim até aqui para dialogar contigo sobre os recentes desentendimentos entre o Estado Islâmico e alguns países ocidentais”. Assustado, o califa pergunta: “Presidente do Brasil?! Uma mulher? Isto é contra o Islã. Uma mulher não pode ocupar cargo de liderança segundo a lei islâmica. Ademais, onde está o seu Hijab (véu)? Como se atreve a permanecer na presença de um califa com a cabeça descoberta? Isto é um insulto”. “Desculpe, sr. califa, vou providenciar um véu”, responde Dilma ordenando em seguida ao seu assistente que providencie imediatamente um véu para cobri a sua cabeça.

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Militantes jihadistas empunhando uma flâmula do Estado Islâmico

            Encontrado o véu, ela retorna à sala onde estava o califa e retoma o diálogo. “Então sr. Califa”, disse Dilma, “consegui o véu, podemos retomar o nosso diálogo”? O califa responde com uma pergunta severa: “O que é este crucifixo em seu pescoço, você é cristã”?. Ela assustada responde com a voz trêmula; “Huuummm, bem, mais ou menos, vou retirar este crucifixo, aguarde, já volto”. Retirado o crucifixo, ela volta à sala onde estavam conversando para então perguntar: “Prezado califa, retirei o crucifixo, espero que eu não esteja lhe ofendendo mais”?  Então, o califa lhe dirige uma pergunta ainda mais agressiva: “Onde está sua Niqab (manta preta que cobre o rosto e o resto do corpo deixando apenas os olhos expostos)? Não posso dialogar com uma mulher que não esteja vestida com sua Niqab“. Então Dilma, mais assustada ainda, se retira da sala novamente para se dirigir ao seu assistente na tentativa de encontrar imediatamente uma Niqab. Encontrada uma Niqab, ela retorna às pressas para a sala, a fim de retomar o diálogo. Agora, mais satisfeito, o califa abre um sorriso e afirma: “Bem, agora podemos prosseguir nosso diálogo”.

            Então, Dilma retoma o início da conversa e diz: “Bem, como eu estava falando no início, eu sou presidente do Brasil…”. Antes de completar o raciocínio, o califa a interrompe para lhe perguntar: “Mas, diga-me, o Brasil é um país muçulmano”?.  Dilma, impressionada com a falta de informação do califa, responde: “Não, sr. califa, o Brasil é um país de maioria cristã”. O califa toma a palavra imediatamente para dizer: “Então o Brasil será invadido pelo Estado Islâmico”. Dilma assustada coloca as mãos no rosto e diz: “Óh não, isto será uma tragédia para nós. Não podemos resolver isto através do diálogo? “Sim Dilma”, responde o califa, “é possível evitar isto, desde que você converta toda a população brasileira ao Islamismo”. Dilma então responde: “Ora, isto é fácil, pois sou sempre a favor do diálogo, vou voltar para o Brasil e dialogar com a população brasileira para lhe convencer que o melhor caminho é se converter ao Islamismo, a fim de que não sejamos vítimas da Jihad do Estado Islâmico. Está vendo sr. califa, tudo se resolve com diálogo”.

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